De mim
és parte boa,
és parte pura,
me adoça,
e me situa.
És todo.
Não há no mundo
bem maior que o teu sorriso.
Amor mais honesto e belo
que o teu,
que me enamora
minha ´mora.
Aurora viva em meu coração
Choro que perdôo em meu íntimo
a mais triste canção.
Me aquece as noites frias
me completa,
me vicia,
me ilumina.
Rara criatura,
de amor que se doa,
seja minha companheira
para a vida toda.
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22 julho 2008
03 abril 2008
Boy with no love culture
Two times a week
I see you standing there
What a torture
What a pain
You can´t even look me back
Blue me with some color
I´m deseperate for your sight
You could notice me my love
But you don´t really seem to try
Don´t even look for answers
that my mouth could certainly bring
if you would only look and see
that I´m only there for thee
Such a fool
with a foolish dream
looking at you
awaiting for no clue
of a love theme
I see you standing there
What a torture
What a pain
You can´t even look me back
Blue me with some color
I´m deseperate for your sight
You could notice me my love
But you don´t really seem to try
Don´t even look for answers
that my mouth could certainly bring
if you would only look and see
that I´m only there for thee
Such a fool
with a foolish dream
looking at you
awaiting for no clue
of a love theme
14 novembro 2007
Espera
Esperei.
Desesperadamente esperei.
Fingindo serenidade,
Que vinha de um lugar tão longínquo e desconhecido,
Que me deixava estática,
Por não saber como reagir àquela situação.
Era estranho,
Angustiante.
Mas acima de tudo, esperançoso.
Não morria dentro de mim
Uma imagem qualquer,
O som de sua voz,
As lágrimas,
As saudades...
Estava tudo ali, intacto,
À sua espera.
E a espera, me pareceu,
Duraria horas,
Quem sabe dias.
E eu ali,
Lábios cerrados,
Olhos atentos,
Coração aparentemente calmo,
Estômago roncando e
Bexiga estourando.
Mas dali eu não saía,
Não havia quem me tirasse.
Meu sono já fora tirado,
Lágrimas de mim arrancadas,
Mas a esperança do amor,
Não!
Isso ninguém me tiraria.
E por isso permaneci ali.
Horas,
Minutos,
Dias!
À sua espera.
Desesperadamente esperei.
Fingindo serenidade,
Que vinha de um lugar tão longínquo e desconhecido,
Que me deixava estática,
Por não saber como reagir àquela situação.
Era estranho,
Angustiante.
Mas acima de tudo, esperançoso.
Não morria dentro de mim
Uma imagem qualquer,
O som de sua voz,
As lágrimas,
As saudades...
Estava tudo ali, intacto,
À sua espera.
E a espera, me pareceu,
Duraria horas,
Quem sabe dias.
E eu ali,
Lábios cerrados,
Olhos atentos,
Coração aparentemente calmo,
Estômago roncando e
Bexiga estourando.
Mas dali eu não saía,
Não havia quem me tirasse.
Meu sono já fora tirado,
Lágrimas de mim arrancadas,
Mas a esperança do amor,
Não!
Isso ninguém me tiraria.
E por isso permaneci ali.
Horas,
Minutos,
Dias!
À sua espera.
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