03 novembro 2007

Soneto de Fidelidade




''De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure".


Um comentário:

Julie disse...

Mazzi...
confesso que tinha visto seu blog só no começo... dae hj resolvi ler mais!!!
e amooo soneto de fidelidade!
e estou adorando suas escritas tbm!
amo vc pequena!
Julie,
espero postar certo aui... hehehe