31 maio 2010

Bobagens noturnas



Eu confesso, esqueci como se faz...
Portanto não me resta qualquer alternativa se não, minha coleção de canetas pretas guardar numa caixinha de sapato;
a de cadernos empilhar no fundo do armário, atrás das caixas.
Comprar mais livros, para preencher as prateleiras e gavetas vazias.
Nas madrugadas dormir.
A poesia doar à natureza,
o resto ficará num cantinho escuro qualquer, onde couber.
Passar a colecionar palavras, nada mais de confeccioná-las.
Colecionar historias, memorias, e fazer delas abrigo para os dias de muito sol;
e também para o cotidiano infinito, caminho linear interrompido pelo esquecimento.
Fazê-lo, não sei mais.

2 comentários:

Guilherme Sakuma disse...

Ah não... É sério isso?

Por qual motivo?

Guilherme Sakuma disse...

Ah, escrevi um aqui que acho que você vai gostar. Foi na semana passada mas fiquei com muita preguiça de passar ele pro computador porque é um troço imenso...

Se chama "A Madrugada das Grandes Revelações" e inspirado no que é você já sabe...

Essa semana eu arrumo um tempo e posto...


Beijo Má